Belo Horizonte, 1994. Vive e trabalha em Belo Horizonte. Graduada em Artes Plásticas com habilitação em desenho pela Escola Guignard - UEMG, participou de diversas exposições individuais e coletivas, onde destacam-se: Babélica (2023), Museu Travesti da Neca (2021), Movências (2020), Trajetória Viva (2020), onde atuou como curadora e artista, BRAsA (2019) e Coleção Grandes Mestres das Nudes (2018). Atualmente, investiga as encruzilhadas entre arte, terreiro e travestilidade, uma vez que é uma artista visual, makumbeira e travesti. Utiliza principalmente da pintura e fotografia em seu trabalho, expandido o suporte além do tradicional, realizando pinturas expandidas em murais e fotoperformances. Utiliza da espiritualidade não somente como tema, mas como um campo de criação coletivo entre a artista e sua comunidade espiritual. Entra em acordo com os mortos para produzir trabalhos que a mantenham viva, apesar das estatísticas. Aposta na contra-colonialidade como filosofia artística.